Club de
Bela Vista

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Dia das crianças 2020 em Bela Vista

O Rotary a cada ano no dia das crianças leva um sorriso aos bairros mais carentes da nossa comunidade e esse ano não poderia ser diferente. Por isso toda a família rotária de Bela Vista, Rotary, casa da amizade, interact e Rotaract se juntaram para adquirir brinquedos e guloseimas que foram distribuídos nos diversos bairros tanto do Brasil quanto do Paraguai entre os dias sábado, domingo e segunda-feira. Sempre é muito bom ver o sorriso de uma criança quando ganha um brinquedo e agradecemos por ter a oportunidade de ser parte disso. Na ocasião também foram distribuídos panfletos promovendo o dia da campanha nacional contra à poliomielite, onde fala a data em que será realizada e os locais. O dia D da vacinação será no sábado 17 de outubro das 8 as 16 horas nos Locais: Esf Primavera, Esf Água Doce, Esf Fiori Murano e UBS. Aproveitamos para fazer o convite a todos para levar todas as crianças entre 1 a 15 anos de idade para tomar a vacina e acabar de uma vez por todas com essa doença que acaba com a vida das nossas crianças. Presidente do Rotary Club de Bela Vista gestão 2020-21 Maray Alonso Naranjo Amarilla.

Postado em 12 de Outubro de 2020 por Rotary Club de Bela Vista

Campanha Nacional contra à poliomielite 2020

O Rotary Club de Bela Vista apoia a campanha nacional contra à poliomielite. O dia D da vacinação será no sábado 17 de outubro das 8 as 16 horas nos Locais: Esf Primavera, Esf Água Doce, Esf Fiori Murano e UBS. Aproveitamos para fazer o convite a todos para levar todas as crianças entre 1 a 15 anos de idade para tomar a vacina e acabar de uma vez por todas com essa doença que acaba com a vida das nossas crianças.

Postado em 11 de Outubro de 2020 por Rotary Club de Bela Vista

Erradicação do vírus da Poliomelitis

O Rotary Club de Bela Vista celebra esta imensa conquista ao lado de toda a família rotaria Interact, Rotaract e Casa da Amizade ASR, com seus parceiros locais as Empresas cidadãs Comercial BR é Clinica Cubana, afirmando ao mundo que a erradicação do vírus selvagem é possível se depender da dedicação e persistência dos rotarianos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou em 25 de agosto que a transmissão do vírus selvagem da pólio foi oficialmente interrompida em todos os 47 países da sua região africana. Este é um passo histórico e vital para a erradicação global da pólio, que é a principal prioridade do Rotary. Depois de décadas de resultados positivos alcançados arduamente na região, o Rotary e seus parceiros na Iniciativa Global de Erradicação da Pólio ( GPEI) — OMS, CDC, Unicef, Fundação Bill e Melinda Gates, e GAVI (Aliança Global para Vacinas e Imunização) — estão proclamando o marco como uma conquista de peso na saúde pública. O grupo prova que um forte compromisso, coordenação e perseverança são capazes de livrar o mundo da paralisia infantil. A certificação de que a região africana está livre do vírus selvagem da poliomielite veio depois que o Comitê Regional Africano de Certificação da Pólio, uma entidade independente, fez uma minuciosa análise local que não detectou novos casos. O comitê também examinou a documentação de vigilância, imunização e capacidade laboratorial da pólio nos Camarões, República Centro-Africana, Nigéria e Sudão do Sul. Tal comitê já havia aceitado a documentação de outros 43 países da região. Os últimos casos de pólio causados pelo vírus selvagem na região africana foram registrados no estado de Borno, no norte da Nigéria, em agosto de 2016, após dois anos sem ocorrência de casos. Conflitos internos, somados aos desafios de se trabalhar com populações em trânsito, dificultaram os esforços para imunizar as crianças na área. Agora que a região africana está livre do vírus selvagem da pólio, cinco das seis regiões da OMS, representando mais de 90% da população mundial, estão livres da doença. Contudo, a pólio causada pelo vírus selvagem ainda é endêmica no Afeganistão e Paquistão, mas a certificação da região africana, celebrada em evento de transmissão ao vivo, deu mais ímpeto para eliminar o vírus de vez. O evento teve como palestrantes o presidente da Nigéria, Muhammadu Buhari; Bill Gates; o presidente do RI, Holger Knaack; o presidente da Comissão Pólio Plus da Nigéria, Dr. Tunji Funsho; e representantes de outros parceiros do GPEI. A celebração foi seguida de uma coletiva de imprensa. No programa, Knaack falou da importância de se divulgar boas notícias durante a pandemia de covid-19. “Os desafios à frente são grandes", disse Knaack, “E é por isso que devemos celebrar esta grande conquista e reconhecer todos os que desempenharam papéis importantes para chegarmos a este marco. Estamos colhendo mais e mais os frutos do nosso trabalho.” A conquista veio após décadas de trabalho O cenário de hoje, com nenhum caso do vírus selvagem da pólio detectado na África, é bem diferente do de 1996, quando 75.000 crianças ficaram paralíticas na região por causa da doença. Naquele ano, numa reunião da Organização da Unidade Africana nos Camarões, os chefes de estado africanos comprometeram-se a erradicar a doença do continente. Para reforçar o compromisso, também em 1996, o Rotary, seus parceiros na GPEI e o presidente sul-africano Nelson Mandela lançaram a campanha Chute a Pólio para Fora de África. Com partidas de futebol e apoio de celebridades, a campanha aumentou a conscientização sobre a pólio e ajudou mais de 30 países africanos a realizar seus primeiros Dias Nacionais de Imunização. O chamado de Mandela mobilizou as nações e líderes africanos para que se dedicassem a imunizar todas as crianças contra a pólio. Desde 1996, inúmeros rotarianos da África e de outras partes do mundo têm angariado fundos, imunizado crianças e promovido campanhas de vacinação, permitindo que a GPEI agisse rapidamente e impedisse a ocorrência de surtos de poliomielite. Mais de 9 bilhões de doses de vacina oral antipólio foram distribuídas na área, prevenindo um número estimado de 1,8 milhão de casos de paralisia infantil. Cerca de 2 milhões de voluntários ajudam a vacinar 220 milhões de crianças contra a pólio várias vezes ao ano na região africana. Os associados do Rotary contribuíram cerca de US$890 milhões à erradicação da pólio nesta região. Os fundos permitiram que a organização aprovasse Subsídios Pólio Plus para financiar transporte da vacina, campanhas de conscientização, Dias Nacionais de Imunização e trabalhos de vigilância do vírus. O Dr. Tunji Funsho, presidente da Comissão Pólio Plus do Rotary na Nigéria, ressaltou as enormes contribuições dos rotarianos aos esforços de erradicação da pólio na África: “Da angariação de fundos e imunização de crianças, ao fornecimento de sabonetes e kits de saúde, os rotarianos têm demonstrado resiliência e dedicação à nossa prioridade de dar fim à pólio.” A extensa estrutura que o Rotary ajudou a construir para enfrentar a paralisia infantil tem sido usada para conter a covid-19, a exemplo do que aconteceu em 2014, com a crise de ebola, e também no combate à febre amarela e gripe aviária. Desafios O desafio da GPEI agora é erradicar o vírus selvagem nos dois países onde a doença nunca foi interrompida: Afeganistão e Paquistão. Além disso, a imunização de rotina na África deve ser reforçada para evitar a volta do vírus selvagem da poliomielite e proteger as crianças contra o vírus derivado da vacina circulante, que é raro, mas continua infectando pessoas em algumas partes da região africana. Para erradicar a pólio, várias campanhas de imunização de alta qualidade devem continuar tendo prioridade. Mesmo durante a pandemia de covid-19, é necessário manter as crianças vacinadas contra a poliomielite e, ao mesmo tempo, proteger os profissionais de saúde contra o novo coronavírus para que não se tornem vetores da covid-19. Oficiais e especialistas em saúde global afirmam que a captação de recursos e a defesa sustentada da causa são cruciais, não só para proteger os avanços obtidos na África, mas também para atingir o objetivo final de vivermos em um mundo sem pólio. Os rotarianos ainda têm um papel fundamental a desempenhar para manter a região africana livre do vírus selvagem e eliminá-lo nos dois países onde a doença permanece endêmica. Como Holger Knaack disse: "Este é um grande passo na nossa jornada para um mundo sem pólio, mas a luta não acabou. Ainda precisamos do apoio dos rotarianos, doadores e profissionais de saúde para concluir o trabalho.” Visite endpolio.org para saber mais e doar.

Postado em 01 de Outubro de 2020 por Rotary Club de Bela Vista

Rotary: treinamento apoia trabalho de educadores sociais

Como mudar a vida de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade se não há um relacionamento adequado entre os educadores e as pessoas que eles querem ajudar?  Foi com esse problema em mente que membros do Rotary de São Paulo e da Alemanha se uniram para criar um treinamento de capacitação para educadores sociais na maior cidade do Brasil. O projeto teve início em 2017, em uma parceria entre membros do Rotary Club de São Paulo e do Rotary Club Kempen-Krefeld, da Alemanha. Ao adotar quatro crianças brasileiras, Jünger Schmitz, membro do clube alemão, se deparou com um cenário de pouco preparo emocional dos profissionais que lidavam com crianças e adolescentes vulneráveis na capital paulista. Ele buscou o apoio do Rotary Club de São Paulo e, juntos, os clubes desenvolveram um projeto para realizar um treinamento inovador, focado em melhorar a comunicação e o relacionamento entre educadores e jovens. “Decidimos fazer o treinamento em cinco seminários, com um tópico diferente para cada seminário”, conta Márcio Arroyo, membro do Rotary Club de São Paulo, responsável por liderar o projeto. “O clube definiu as instituições [participantes] e como iríamos fazer o projeto”, explica. Já para montar o programa do que seria ensinado aos educadores, eles buscaram ajuda especializada. O programa do treinamento foi desenvolvido por Ronaldo Campos, diretor da Comunidade Terapêutica Filhos da Luz, especializada no atendimento de dependentes químicos. Trabalhando com educadores sociais, Campos via que, muitas vezes, os profissionais não tinham o equilíbrio emocional necessário para lidar com os jovens em situação de vulnerabilidade, porque estes próprios profissionais enfrentavam problemas emocionais em suas famílias. “A maior parte dos problemas relacionados à violência começa nos padrões de comunicação interna das famílias. O maior potencial de mudança social se dá quando não há culpa ou julgamento. A causa da violência no mundo começa quando emitimos julgamento do comportamento do outro.”, aponta Campos. Desse modo, o treinamento foi montado com base em dois importantes pilares: a comunicação não-violenta (CNV) e o desenvolvimento de propósitos de vida. “O objetivo do treinamento é a expansão da consciência. As pessoas precisam encontrar significado na vida e no trabalho”, explica. Na CNV, não se usa palavras que julguem ou dominem a outra pessoa, como o verbo “mandar”, por exemplo. Fazer com que os educadores encontrassem seu próprio propósito de vida era fundamental para que eles pudessem ajudar os jovens a encontrar novos caminhos fora da dependência química. “A dependência química é a doença do egoísmo. Eles só pensam em si, não pensam na família, na sociedade. A pessoa não tem um propósito a seguir e, aí, qualquer caminho serve”, diz Campos. O primeiro treinamento aconteceu na Comunidade Terapêutica Filhos da Luz no primeiro semestre de 2019. A turma teve a participação de 40 profissionais, alguns da comunidade e outros de instituições que foram convidadas a participar do curso. “A ideia é fazemos em quatro pontos diferentes de São Paulo para atingirmos as entidades locais”, conta Arroyo. A segunda turma aconteceu no segundo semestre do ano passado, no Centro Assistencial Cruz de Malta, com 43 participantes, e a terceira turma teve início em março deste ano na Associação Evangelista Beneficente, com 42 educadores sociais. No total, aponta Arroyo, o projeto inclui a capacitação de 300 profissionais em oito treinamentos em diferentes instituições de São Paulo. O impacto dos treinamentos é algo sentido tanto pelos educadores quanto pelos jovens assistidos. “Durante o curso, eu ia acompanhando a avaliação dos participantes e a satisfação foi muito grande. A ideia também é que eles repassem os ensinamentos do curso a seus colegas”, afirma Arroyo. Sobre os jovens, Campos conta que “eles entendem que só se recuperam quando ajudam os outros”. “Do que os residentes têm mais se beneficiado é de ter encontrado um propósito de vida”, afirma. No total, o Rotary investiu US$ 45.700 neste projeto, incluindo a compra de mais de 900 livros, além de equipamentos e suprimentos para a realização dos cursos.

Postado em 16 de Setembro de 2020

Hepatite Zero em Bella Vista Norte Paraguai

No dias 26 de Agosto de 2020, o Rotary Club de Bela Vista com o apoio do Rotaract, Interact e Casa da Amizade ASR de Bela Vista realizarão juntos o Projeto Hepatite Zero, com testagem rápida de Hepatite C gratuitamente na população de Bella Vista Norte (Paraguai), em parceria com o Instituto de Presion Social IPS e Hospital Regional do município. A hepatite viral é uma doença mortal e silenciosa. Muitas pessoas não apresentam sintomas claros e, como consequência, não são diagnosticadas, continuando a disseminar o vírus para outras pessoas. A boa notícia é que mais de 95% das pessoas com hepatite C podem ser completamente curadas em um período de dois a três meses.

Postado em 26 de Agosto de 2020 por Rotary Club de Bela Vista

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